Beira Litoral
Trajes simples e pouco adornados em ouro pois era uma região pobre. Geralmente as mulheres apenas envergavam uns brincos e um cordão. Usavam saia de barra garrida e uma outra de quadradinhos, Avental claro. Casaquinha curta sem abas sobre blusa de chita clara. Chapéu de feltro preto com enfeites de penas coloridas, sobre lenço.
Beira Alta - Fiadeira

Saia de lã com riscas escuras. Avental do mesmo tecido. Colete de rabichos de pano azul. Lenço de chita garrida. Capucha de burel. Mitenes de lã.
Mulher do Minho

Nesta peça a ideia foi valorizar os aspectos decorativos das Lavradeiras do Minho, pela riqueza dos seus trajes. Os tons avermelhados de fundo com motivos florais, vegetais e cornocópias a destacar.
Ribatejo
Saia de fazenda e avental colorido. A casaquinha era abotoada de lado e vestia-se sobre uma blusa de chita. Os lenços eram de cores garridas.
Estremadura
A mulher da nazaré vestia uma saia de fazenda de grandes quadrados sobre enormes saias e saiotes. Blusa de chita clara com folhos. Avental preto bordado a cores com motivos florais. Chapéu com grande borla sobre capucha e lenço. Actualmente este traje mantém-se muito semelhante, apenas a altura da saia se encortou com o evoluir dos tempos.
Noiva do Minho
As noivas do Minho usavam o negro porque com o fato que casavam seriam enterradas, um símbolo de fidelidade ao compromisso. Este negro realçava o belíssimo ouro de família por elas usado.
O véu, curto, fino e muito branco contrasta bastante com o preto também.
Alto Alentejo
As saias, quase sempre de cores vivas, têm comummente muita roda e usam-se sempre compridas. As blusas duma simplicidade extrema, ajustando-se ao corpo e deixando conjecturar toda a plástica do busto. Usa-se o lenço na cabeça. Ás vezes um lenço de malha próprio usa-se no busto, caindo em pontas sobre as costas e abrindo em decote sobre o peito. O xaile, grande xaile de merino, é peça de roupa indispensável. Pode usar-se dobrado em bico.
Fadista
Durante a primeira metade do século XIX, o fado esteve sempre associado às classes mais baixas da população de Lisboa. Era cantado nas tabernas e reflectia o estado de espírito e as preocupações desta gente, o desalento, a tristeza, o ciúme e o medo. Também o fadista reflecte nos seus vestes todo este enquadramento histórico.
Lavradeira do Minho
Fato de Lavradeira do Minho, composto por saia em tecido de lã, avental, colete de fazenda, blusa de linho ou algodão e lenço. Este é dos mais vistosos de todos os trajes de Viana, pela predominância do vermelho e a riqueza dos bordados, numa perfeita combinação com o preto. É usado em dias de festa e ocasiões especiais. É por excelência o traje mais rico do Alto Minho.









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